sexta-feira, 10 de abril de 2020

Jovem mexicano cria torres que purificam o ar com a mesma eficiência de 360 árvores!



Um jovem mexicano desenvolveu uma torre autossustentável com microalgas capaz de filtrar o ar. A torre realiza o trabalho de 360 árvores. Carlos Monroy Sampieri, inventor do equipamento, conta que as torres equipadas com microalgas podem filtrar o ar contaminado com dióxido de carbono e convertê-lo em oxigênio com a mesma eficiência das plantas terrestres e sua fotossíntese.
Como funcionam as BIOURBAN?
Batizadas de BIOURBAN, elas operam a partir de um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, capturados e filtrados por microalgas. Instaladas em grandes centros urbanos e distritos industriais, as torres podem ser a chave para a melhora da qualidade do ar. Além disso, durante esse processo, as torres ejetam biomassa que pode ser usada para fabricar biocombustível ou compostos químicos.
“Válido ressaltar que os filtros contém algas, organismos fotossintéticos muito comuns e populosos em nosso planeta. A tecnologia é delas, e já existe há muito tempo. Estamos apenas replicando em maior escala para o bem comum. Não desejamos alterar a pegada ambiental”, disse Carlos Monroy ao site de notícias Tecnológico Monterrey.

https://razoesparaacreditar.com/jovem-cria-torres-purificam-ar-360-arvores/?fbclid=IwAR00c6su3gVPt165yZLvi4PXkaRRbNNerEgF3ChEB3B6ZPsXTm8zAp-zpVg

Parques eólicos em alto mar podem fornecer mais eletricidade do que o mundo precisa



Um estudo detalhado sobre os ventos nas regiões costeiras do mundo foi publicado nesta semana pela International Energy Agency (IEA) e revelou que os parques eólicos em alto mar, chamados de offshore, têm potencial para fornecer mais eletricidade do que o mundo precisa.
A análise aponta que, se parques eólicos fossem construídos em todos os locais com condições ideais, a menos de 60 km da costa e onde as águas costeiras não fossem mais profundas que 60 metros, poderiam gerar 36.000 terawatts-hora de eletricidade renovável por ano. Isso atenderia facilmente à atual demanda global de eletricidade de 23.000 terawatt-hora.
O Offshore Wind Outlook 2019 é o estudo global sobre o setor mais abrangente até o momento, combinando as mais recentes tecnologias e desenvolvimentos do mercado com uma nova análise geoespacial que mapeia a velocidade e a qualidade do vento ao longo de centenas de milhares de quilômetros de costa em todo o mundo.
A IEA considera que a capacidade global de energia eólica offshore pode aumentar 15 vezes e atrair cerca de US $ 1 trilhão em investimentos acumulados até 2040. Ele seria impulsionado pela queda de custos, políticas governamentais de apoio e novas tecnologias, como turbinas maiores e fundações flutuantes. O relatório também conclui que a tecnologia eólica offshore tem o potencial de crescer muito mais fortemente com o apoio intensificado dos formuladores de políticas.
A Europa foi pioneira na tecnologia eólica offshore e a região está posicionada para ser a potência de seu desenvolvimento futuro. Hoje, a capacidade eólica offshore na União Europeia é de quase 20 gigawatts. Sob as atuais configurações políticas, isso deve aumentar para quase 130 gigawatts até 2040. No entanto, se a União Europeia atingir seus objetivos de neutralidade de carbono, a capacidade eólica offshore saltará para cerca de 180 gigawatts em 2040 e se tornará a maior fonte única de eletricidade da região.
A China também deve desempenhar um papel importante no crescimento a longo prazo da energia eólica offshore, impulsionada pelos esforços para reduzir a poluição do ar. A tecnologia é particularmente atraente na China porque os parques eólicos offshore podem ser construídos perto dos principais centros populacionais espalhados pelo leste e sul do país. Por volta de 2025, é provável que a China tenha a maior frota eólica offshore de qualquer país, ultrapassando o Reino Unido. A capacidade eólica offshore da China deve subir de 4 gigawatts hoje para 110 gigawatts até 2040. Políticas projetadas para atender às metas globais de energia sustentável podem elevar ainda mais esse valor para mais de 170 gigawatts.

Novas tecnologias flutuantes
A enorme promessa de energia eólica offshore é ressaltada pelo desenvolvimento de turbinas flutuantes que podem ser implantadas no mar. Em teoria, eles poderiam permitir que a energia eólica offshore atendesse toda a demanda de eletricidade de vários mercados importantes de eletricidade várias vezes, incluindo Europa, Estados Unidos e Japão.
“A energia eólica offshore atualmente fornece apenas 0,3% da geração global de energia, mas seu potencial é vasto”, afirmou Dr. Fatih Birol, diretor executivo da IEA. “Cada vez mais esse potencial está ao nosso alcance, mas ainda há muito trabalho a ser feito pelos governos e pela indústria para que ele se torne um dos pilares das transições de energia limpa.”

https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/parques-eolicos-offshore-podem-fornecer-mais-eletricidade-do-que-o-mundo-precisa/?fbclid=IwAR2shUictFavHPX_jTsJ0XhZKbGx3QYi730MEHb4_yCQE9pP6wilmMdEsXE

Pele vegetal feita de cacto e algodão!



O cacto é a planta símbolo do México. Está presente na vida das pessoas de forma material e simbólica. Então, por que não dar mais uma utilidade a essa planta que tem tantos usos no país norte-americano?
Foi exatamente isso o que pensaram os jovens inovadores Adrián López e Marte Cázarez, ao inventarem a Lineapelle, a primeira pele orgânica feita com cacto.
Como informa o site Vegnutri, o tecido, que não tem nada de origem animal, é produzido a partir de uma mistura do cacto e do algodão. O material tem resistência, haja vista que sua durabilidade é de até 10 anos, e pode ser usado para múltiplas finalidades: móveis, roupas, indústria automotiva, estofados, etc.
O couro animal é, ainda, largamente utilizado pela indústria, como a da moda e de mobiliário. Contrário a esse negócio, os jovens mexicanos procuraram criar um tecido que não causasse dano aos animais usando uma matéria-prima barata, abundante e que fomentasse a economia local.
A dupla, que queria fazer um tecido ecológico, levou dois anos para chegar ao Lineapelle. Eles contaram ao jornal El Heraldo de México que a ideia surgiu a partir da análise das inúmeras propriedades do cacto, que é usado na indústria cosmética para a fabricação de xampus e cremes. Os jovens associaram que se a planta faz bem para a pele por que não poderia dar vida a uma?
A inovação mexicana, no começo, não teve muito crédito. López e Cazárez contam que os engenheiros que trabalharam no projeto disseram, inicialmente, que ele seria impossível de ser realizado. Ao que eles responderam:
“Como não? Estamos no México, somos mexicanos. Que matéria-prima existe para explodir?”.
De fato, o cacto, que é uma matéria-prima característica do México, tem um cultivo simples, por ser econômico e não exigir muito cuidado. A planta cresce sozinha em regiões áridas, sem precisar de muita irrigação.
Após vários testes, a equipe conseguiu obter um material resistente.
“Um vestido, uma bolsa, uma fita, uma pulseira de relógio, carteira, uma poltrona. Qualquer pele pode ser substituída por pele orgânica. A pele animal ou sintética pode ser substituída por orgânica. Essa é a ideia: apoiar o ecossistema”, entusiasmam-se os parceiros. Além dos benefícios econômicos e ambientais, a invenção dá uma importante contribuição social, já que os agricultores mexicanos podem ter mais trabalho e renda.
“Dá mais significado ao que fazemos. Não é apenas para a moda e o meio ambiente. Fazemos isso para apoiar indiretamente o campo, também gerando trabalho”, explicam os mexicanos.
Inovação, criatividade e responsabilidade são aspectos que fazem toda a diferença para os modelos de negócio contemporâneos, cujo ciclo produtivo deveria respeitar o meio ambiente, os animais e as pessoas envolvidas nele.



Yuri Pimenov (2)



Soviet artist Yuri Pimenov (1903 – 1977) was a stage designer, graphic artist, teacher, professor. Academician of the Academy of Arts of the USSR (1962), Corresponding Member (1954), People’s Artist of the USSR (1970), the winner of the Lenin Prize (1967) and two Stalin Prize of the second degree (1947, 1950). Yuri Pimenov was born in Moscow in a family of lawyers. He studied at the 10th Moscow gymnasium. In 1920-1925 he studied at Higher Artistic and Technical Workshops (VHUTEMAS), painting and graphic arts department. From 1923 he worked in magazines. After graduation in 1925, he became one of the founders of the Easel Artists Society.
In the early period Pimenov experienced a great influence of German expressionism, which largely explains the hysterically-dramatic poignancy of his best paintings of these years: “Invalids of War” (1926, Russian Museum), “Give us the heavy industry” (1927); “The soldiers are moving to the side of the revolution” (1932, both – in the Tretyakov Gallery). Over the years, he moved to the updated impressionism, confessing creative principle “beautiful moments”, light and artistic image-impressions. He worked in the theater and decorative art. Yuri Pimenov – Master of film posters, which used elements of easel painting. In 1954 he was elected a corresponding member in 1962 – a full member of the USSR Academy of Arts.
In 1966 Yuri Pimenov signed a letter, among other 25 figures of culture and science to the General Secretary of the CPSU of Central Committee Leonid Brezhnev against the rehabilitation of Stalin.
Yuri Pimenov died on September 6, 1977. He was buried in Moscow at the Novodevichy cemetery.

https://soviet-art.ru/soviet-artist-yuri-pimenov/?fbclid=IwAR1U8E8UJaJ0cGYik8hp6qgQ_HCG6Jriq93jmM8i-rISQfTjTMyY7doWPNo

A pintura de Antônio Kuschnir



Por duas ocasiões, em setembro e novembro de 2019, o jornal A Nova Democracia teve a oportunidade de divulgar obras do artista carioca Antônio Kuschnir em homenagem à luta camponesa no Brasil, em particular à Liga dos Camponeses Pobres (LCP).  No início de dezembro, Kuschnir, que é aluno da Escola de Belas Artes da UFRJ, divulgou em seu perfil particular numa rede social uma nova pintura em apoio à LCP. Desta vez, o artista popular retratou uma manifestação camponesa em que os manifestantes carregam faixas com as palavras de ordem Viva a Revolução Agrária!, Terra para quem nela vive e trabalha! e Pela Revolução de Nova Democracia!




"Alice Júnior"



“ALICE JÚNIOR”
Ficção | 86 min | cor | 2019
Brasil

Alice Júnior é uma adolescente trans que tem um canal de vídeos no YouTube. Ela precisa se mudar com o pai para uma pequena e conservadora cidade no sul do Brasil e passa a estudar em uma escola que parece ter parado no tempo. Alice, então, precisa vencer o preconceito e conseguir o que ela mais deseja: dar seu primeiro beijo.

http://43.mostra.org/br/filme/9969-ALICE-JUNIOR




Menina autista de 5 anos encanta o mundo com a sua arte



Algumas vezes, encontramos histórias realmente inspiradoras, que nos fazem abrir os olhos e enxergar além do que estamos acostumados. Os protagonistas destas histórias geralmente são pessoas vistas pela sociedade como diferentes, muitas vezes excluídas por não se encaixarem em um padrão ao qual somos ensinados a nos encaixar, desde que chegamos a este mundo.
Essas pessoas, em toda a sua particularidade, nos encantam com suas palavras e atitudes e despertam o lado mais belo e puro de nossas almas, mudando o nosso pensamento sobre muitas coisas que acreditávamos serem certas, desde sempre. Quando se trata de crianças, então, tudo fica ainda mais especial.
Hoje, temos o prazer de falar sobre Iris Grace, uma menina autista de 5 anos que é uma grande artista. Talentosíssima, Grace usa a pintura para se expressar no mundo, e está se tornando muito conhecida e motivando as pessoas a falarem e compreenderem melhor o autismo.
Ela se tornou conhecida quando seus quadros começaram a ser vendidos para colecionadores de arte do Reino Unido e do mundo inteiro. O dinheiro arrecadado com as vendas de suas obras é usado para cobrir as despesas de suas terapias e de sua educação, além de também servirem como uma poupança para o seu futuro.





Yuri Pimenov



https://nl.pinterest.com/givslava2012/%D0%BF%D0%B8%D0%BC%D0%B5%D0%BD%D0%BE%D0%B2-%D1%8E%D1%80%D0%B8%D0%B9/

Valentina Sampaio, 1ª modelo trans da Victoria's Secret



“Imagine um mundo em que não seja novidade uma modelo transgênero ser garota propaganda ou desfilar por alguma marca. Isso não seria incrível?”, questiona a modelo brasileira Valentina Sampaio, de 21 anos, em entrevista por e-mail ao HuffPost Brasil. “Significaria que é algo normal e que está acontecendo o tempo todo”, continua. Ela, que é natural de Aquiráz, em Fortaleza (CE), é a primeira mulher trans a integrar o time de modelos da Victoria’s Secret ― ela está no novo catálogo da linha “Pink” da grife.
Quando foi anunciada pela marca no início de agosto, ela comemorou e disse ser “um sonho realizado e que representa muito” em suas redes sociais. Afinal, ícones da moda como Gisele Bündchen e Tyra Banks já estiveram neste mesmo lugar. Em seguida, celebridades, fãs e outras modelos comemoraram junto com ela a notícia. “Uau, finalmente!”, escreveu a atriz trans Laverne Cox; “só as brasileiras para fazer essa marca renascer”, escreveu de seus seguidores.
“Eu sinto muito orgulho por estas realizações, mas este é apenas o começo”, pontua, segura de que sua carreira ainda alcançará outras metas. “Tenho muito orgulho de representar uma mudança positiva na indústria da moda. É importante usar minha voz e visibilidade para tentar mudar o status quo não apenas na indústria da moda, mas também na sociedade.”

https://www.huffpostbrasil.com/entry/valentina-sampaio-modelo-trans_br_5d7cffaee4b077dcbd5f190d?ncid=other_huffpostre_pqylmel2bk8&utm_campaign=related_articles&fbclid=IwAR3FJoXFm553xddfcNShO25ZulIn90y8Za49Z0UVOAKMHZy7Ggd5VtEFlPM

A Sidewalk is a Wall: Street Art Project Highlights Lack of Accessibility



We come with so many different shapes, sizes and abilities, yet the world is built as if there’s a “standard human” whose access and comfort takes precedent over everyone else. If you’re close enough to that artificial norm, you may not notice all of the ways in which people can be excluded.
A project called “A Sidewalk is a Wall” aims to call attention to one major barrier to accessibility: a lack of sidewalk ramps, particularly in the city of São Paulo, Brazil, where they can be exceptionally rare. Organized by Brazil-based youth disability justice movement NGO Movimento SuperAção, the project invites artists to find a sidewalk without an access ramp and decorate it. Each small work of art bears a stencil with the movement’s Instagram handle so people can learn more about the movement and call the city to request more accessibility.


As pessoas que amam os animais estão em verdadeira conexão com o universo



As pessoas que amam os animais estão em verdadeira conexão com o universo, porque entendem que esses seres fazem parte do todo e estão conectados a nós através da natureza.
Elas os tratam sempre com muito respeito, cuidado, amor e dedicam uma grande parte de suas vidas para ensinar outras pessoas sobre a importância de cuidar e proteger os animais, porque eles são uma parte fundamental do mundo em que vivemos.
O seu comportamento em relação aos animais diz muito sobre quem você é, sobre quais os seus valores e a sua capacidade de sentir empatia por aqueles ao seu redor, sejam pessoas ou animais. Aqueles que amam e respeitam os animais compreendem que todos temos o nosso valor e contribuímos para a sobrevivência do mundo de nossa própria maneira, e por isso se dedicam para que eles tenham o seu próprio espaço na natureza e possam viver em paz.
Apesar da importância dos animais para a preservação da natureza e até mesmo da vida na Terra, muitas pessoas ainda insistem em acreditar que são superiores e que podem fazer o que quiserem, e essa atitude acabou por tirar de muitos animais o seu lar, causando a extinção de muitas espécies e expondo outras a muito sofrimento sem necessidade, além de prejudicar o planeta e, com isso, as vidas de todos nós.
Os animais possuem sentimentos como nós, e não devem ser humilhados e/ou maltratados, possuem os mesmos direitos do que nós enquanto habitantes do planeta. Nossas atitudes egoístas e violentas apenas mostram o quão desconectados estamos do universo, e o quanto precisamos trabalhar o amor e o respeito dentro de nossos corações.
Quem já teve a oportunidade de viver uma conexão com um animal sabe o quanto eles são especiais e o quanto podemos aprender ao ter um deles em nossas vidas.
Nós nos tornamos pessoas mais humildes, empáticas e amorosas. Sua nobreza nos ensina muito sobre como devemos ser. Eles nos fazem tanto bem e o mínimo que temos que fazer é oferecer-lhes amor, proteção e cuidado.
O amor é o que nos dá a vida e nos mantém unidos. Precisamos conhecer mais sobre esse amor e abrirmos nossos corações para ele, para que possamos transmiti-los àqueles ao nosso redor. Quando compreendemos que os animais, assim como as pessoas, também precisam – e merecem –  o melhor que temos a oferecer, estamos trabalhando uma grande qualidade, a gentileza, que pode fazer grandes maravilhas para a transformação do mundo. Os animais são seres puros e incríveis, que tornam nossas vidas muito mais felizes e completas. Quando abrimos nossos corações para eles, damos um grande passo para nossa evolução espiritual e conexão com o universo.



As lagartixas são grandes aliadas!



As lagartixas são grandes aliadas na hora de cuidar da sua casa, preserve-as! As lagartixas são grandes conhecidas de todos nós. Vivem pelas paredes da varanda e dentro de casa, alimentando-se de mosquitos, aranhas e outros insetos.
Muitas pessoas sentem medo ou nojo das lagartixas, e por isso acabam matando-as, mas o mais aconselhado é fazer delas nossas aliadas, porque elas podem ser de grande ajuda no cuidado com a casa!
Elas são caçadoras muito focadas e se alimentam de insetos dos quais normalmente tentamos nos livrar, moscas, baratas, aranhas e até mesmo pequenos escorpiões. Elas podem não ser muito bonitas e nem transmitir uma sensação tão agradável, mas sua presença em nossas casas pode nos ajudar bastante a reduzir presenças indesejadas.
As lagartixas comem bastante, apenas uma delas pode comer de dezenas a centenas de pequenos insetos em apenas uma noite. Geralmente ficam próximas à luz porque os insetos se acumulam nesses locais e elas podem fazer sua refeição completa por ali mesmo.



11 km de corredor de flores para as abelhas!



As abelhas são consideradas os seres vivos mais importantes do planeta, no entanto, estão morrendo em uma velocidade avassaladora. Por isso, soluções como o bairro de Brent – em Londres vem criando, são essenciais. O conselho municipal está plantando um corredor de 11km de flores silvestres em parques e espaços verdes, com o objetivo de criar um espaço propício para atrair polinizadores, especialmente as abelhas.


https://lifestyle.r7.com/hypeness/londres-vai-criar-11-km-de-corredor-de-flores-para-abelhas-24082019

Os cinco gêneros reconhecidos pelos nativos norte-americanos



Até a tomada da América do Norte pelos europeus, não existia um padrão de gênero considerado normal entre os grupos étnicos norte-americanos. Diferente da nossa sociedade, os indígenas norte-americanos tinham uma multiplicidade de gêneros, não estabelecendo um como regra e nem transformando outros em anormalidade ou algo a ser evitado.
De acordo com a plataforma digital Indian Country Today, as comunidades nativas da América do Norte reconheciam os seguintes gêneros: feminino, masculino, feminino de dois espíritos, homem de dois espíritos e transgênero. Segundo os indígenas, pessoas com características feminina e masculina ao mesmo tempo eram consideradas superdotadas pela natureza, sendo capazes de vislumbrar os dois lados de tudo.
As pessoas da comunidade eram valorizadas por suas contribuições, e não por serem homens ou mulheres. Antes da ocidentalização desses povos, as roupas das crianças eram neutras em termos de gênero, e não existia um ideal sobre como pessoas de determinado sexo deveriam se portar.
“Cada grupo tem seu próprio termo específico, mas existia a necessidade de um termo universal que a população em geral [de falantes de inglês] pudesse entender. Os Navajo se referem a Dois Espíritos como Nádleehí (alguém que está transformado).
Entre a etnia Dakota temos a palavra Winkté (indicativo de um homem que tem compulsão de se comportar como mulher), Niizh Manidoowag (dois espíritos) entre os Ojíbuas, e Hemaneh (meio homem, meia mulher) entre os Cheyenne, para citar alguns”, afirma o site.
A tradição dos Dois Espíritos foi uma das primeiras coisas que os colonizadores quiseram destruir. Essa forma de viver deveria ser erradicada antes que pudesse ser registrada em livros, e foi continuamente perseguida durante o massacre desses povos.
Um dos indígenas Dois Espíritos mais lembrados foi um guerreiro da etnia Dakota chamado Osh-Tisch. Nascendo homem e casando-se com uma moça, ele vivia adornado em roupas femininas e se portava cotidianamente como mulher. Em 17 de junho de 1876, Osh-Tisch ganhou fama ao resgatar um membro de sua comunidade durante a Batalha de Rosebud Creek.
“As pessoas Dois Espíritos na América nativa pré-contato eram altamente reverenciadas, e as famílias que os incluíam eram consideradas sortudas. Os indígenas acreditavam que uma pessoa capaz de ver o mundo através dos olhos de ambos os sexos era um presente do Criador”, afirma o Indian Country Today.
Com o prosseguimento da colonização, influências religiosas atuaram de maneira devastadora perante esses povos. Em inúmeros casos, pessoas com Dois Espíritos deveriam escolher entre deixar de ser quem eram, negando suas tradições e costumes, ou acabar com suas vidas. Muitos deles escolheram a segunda opção.



El atentado a Carrero Blanco